McNaugth apareceu...
Enviado por Carina Maria Zanetti (IFT):De hoje à noite até quinta-feira será possível visualizar no poente, logo após o por do Sol, o cometa mais brilhante dos últimos 40 anos, por isto não perca o espetáculo! É o cometa McNaugth, que terá um brilho um pouco menor do que o de Vênus. Ele está perdendo seu brilho rapidamente, por isto a urgência em observá-lo entre hoje e quinta-feira. A carta celeste para localizá-lo encontra-se anexa a esta mensagem: olhando para o poente (oeste), logo após o por do Sol, Vênus estará um pouco à direita e acima da posição em que o Sol se pôs, enquanto que o cometa estará um pouco à esquerda e acima.
Astrônomos anunciaram em reunião da Sociedade Astronômica Americana na cidade de Seattle, nos Estados Unidos, a descoberta do primeiro conjunto conhecido de três quasares.Quasar é uma poderosa fonte de energia que, acredita-se, seja acionada por buracos negros gigantescos.
Inicialmente, os pesquisadores acharam que o sistema triplo era apenas uma ilusão, causada pelo desvio de feixes de luz.
Mas uma equipe que utilizou o Observatório WM Keck do Havaí constatou que o sistema realmente envolve três buracos negros. Cada quasar produz enormes quantidades de energia eletromagnética, inclusive luz visível e ondas de rádio. Eles são acionados por gás que cai em um buraco negro no centro de uma galáxia. Isto acontece com mais eficácia quando galáxias colidem e se fundem. Um único quasar pode ser milhares de vezes mais brilhante do que uma galáxia inteira com centenas de bilhões de estrelas.
Miragem
George Djorgovski, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena, e seus colegas, estudaram um sistema chamado LBQS 1429-008. Ele foi descoberto por um outro grupo de astrônomos em 1989. Eles afirmaram que o sistema parecia envolver dois quasares.
Primeiramente, acreditava-se que um dos quasares do par era uma miragem - um fenômeno chamado efeito de lente gravitacional, que ocorre quando um objeto de grande massa se coloca no caminho da luz que emana do quasar. Isto divide os fachos de luz em dois, criando, na verdade, uma imagem dupla. Mas desde então os astrônomos identificaram cerca de 100 mil quasares e dezenas de quasares binários genuínos. A equipe de Djorgovski encontrou um terceiro, um quasar quase apagado, usando um dos telescópios de Keck, e medidas de um telescópio de um observatório no Chile.
Galáxia
Eles usaram um modelo de computador para ver se o fenômeno podia ser explicado por efeito de lente gravitacional. A explicação acabou não se encaixando. Se o sistema triplo tivesse sido causado pela lente, os astrônomos deveriam ter visto quatro fontes de quasar, não três. Teria que haver algo ocultando uma das imagens. Não havia sinal de uma galáxia, ou cluster de galáxias que poderiam ter causado o efeito de lente gravitacional. A equipe também documentou diferenças pequenas, mas significativas nas propriedades dos três quasares. Esta observação é muito mais fácil de entender se os três quasares são objetos fisicamente distintos, e não apenas miragens. "Quasares são objetos extremamente raros", disse Djorgovski. "Encontrar três é sem precedentes."
Djorgovski acha que a distribuição de quasares no universo não é casual. Ele acredita que a colisão e fusão de galáxias - e os gigantescos buracos negros que residem em seus centros - podem na verdade alimentar essas potentes fontes de energia. Isto pode explicar porque há mais do que o esperado número de quasares binários. O quasar está sendo visto durante um período de tempo cósmico, quando tais interações entre galáxias estão em seu auge. Estes fenômenos podem até desempenhar um importante papel na regulação do crescimento da galáxia, levando à formação de galáxias e seus gigantescos buracos negros, que acionam os quasares. Djorgovski disse que também é possível que exista e possa ser descoberto um dia um sistema de quatro quasares.
O mundo deve passar pelo ano mais quente de sua história em 2007, segundo previsão do Departamento Britânico de Meteorologia (Met Office).Um período quente maior deve ocorrer em virtude dos efeitos causados pelo El Niño, fenômeno meteorológico que aquece as águas do Oceano Pacífico e eleva as temperaturas de todo o planeta.
Segundo o Departamento de Meteorologia, há 60% de chances de que a temperatura média da Terra bata o atual recorde, que é de 1998.
A temperatura global deve passar cerca de 0,54ºC em relação à média de longo prazo, que é de 14 graus. Em 1998, esse valor foi superado em 0,52ºC.
A projeção anual foi feita pelo Centro Hadley de Pesquisa de Variação Climática em conjunto com a Universidade de East Anglia.
Efeito El Niño
Segundo Chris Folland, diretor do Centro Hadley de Pesquisa de Variação Climática, a previsão é feita primordialmente em dois fatores.
O primeiro é a emissão de gases na atmosfera, que ocasiona o Efeito Estufa.
“Este é um método estatístico. É um número que representa o aquecimento da atmosfera”, disse.
“O outro fator que permite essa previsão é o fato de que este ano terá a influência do El Niño”, explicou o pesquisador.
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